CELINE LOGO

Os logotipos de marcas de luxo representam o sabor e a qualidade que acompanham essas marcas. O logotipo da Celine não é exceção.

Logo Significado e História

Celine, um dos maiores nomes da indústria da moda, tem uma longa história. A luxuosa casa de moda francesa entrou em serviço no final da Segunda Guerra Mundial. Foi a criação do Sr. Richard Vipiana e da Sra. Céline Vipiana. No início, eles possuíam uma boutique em Paris, onde ofereciam sapatos infantis feitos sob medida, com solas ortopédicas.
O primeiro logotipo apareceu em 1950. Era um elefante vermelho distintivo desenhado por Raymont Peynet.
Em 1967, juntamente com a primeira coleção de roupas esportivas elegantes para mulheres, a marca lançou seu logotipo mal-humorado, o American Sulky. Baseada em uma gravura americana do século XIX que chamou a atenção de Richard Vipiana, deu aos produtos que adornavam um visual vintage.
Em 1973, o novo design do logotipo, o chamado “Blazon Chaine”, estreou. Consistia em dois Cs entrelaçados com um design complexo no meio. Foi idéia de Céline Vipiana inspirada nas correntes que circundavam o Arco do Triunfo.
Todos esses logotipos não estão mais em uso, mas é possível encontrar uma bolsa Céline vintage adornada com eles.

Wordmark Symbol

Nos anos 60, a marca também possuía um símbolo de marca de palavra. Foi “Celine” que apareceu com a palavra “Paris”. Em 2005, a empresa confiou ao designer tipográfico Hannes Famira a criação de um tipo de letra personalizado para a Céline. Eles escolheram a Semplicità (os anos 30) como base para isso. O trabalho resultou em um novo logotipo wordmark – preto, sem serifa e maiúsculo. A nova marca de assinatura era atender aos requisitos do minimalismo contemporâneo. “Céline” representou a marca até agosto de 2018.

Emblema atual

A revisão de 2018 não foi muito drástica – eles apenas removeram o sotaque acima do “e” e diminuíram o espaçamento entre as letras. As proporções no logotipo parecem mais simples e mais equilibradas agora.
A explicação para as mudanças é simples – na era do globalismo e da comunicação digital, uma marca precisa ser discutida, compartilhada e datilografada para sobreviver e evoluir.